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julho 04, 2014

Confundida


Confundida. É a única certeza que tenho. 
Ando tão baralhada com isto tudo.. não sei o que quero para mim, não sei sequer o que neste momento é o mais certo a fazer. Estão sempre a exigir demais de mim e não conseguem perceber que neste momento não dá. Preciso de uma pausa, preciso de deixar de pensar tanto e deixar-me levar mais pelos instintos. 
Preciso de viver a descontração que nunca tive e sobretudo, de me libertar. Tenho medo de tomar decisões porque sinto que este NÃO É o momento! 
Ando à deriva e não sei o que quero para mim.. 

junho 21, 2014

More Fruits of Solitude

« A morte é apenas uma travessia do mundo, como os amigos atravessam os mares. 
Continuam a viver uns nos outros, pois não podem deixar de estar presentes, para que amem e vivam no que é omnipresente. Neste espelho divino, vêem-se face a face e a sua conversa é livre, para além de pura.
É este o consolo dos amigos: embora sejam mortais, a sua amizade e companhia estão todavia, no melhor dos sentidos, sempre presentes, porque imortais. » 
William Penn

junho 13, 2014

13th. Friday.

Today. 13th. Friday. Night. Black Cat. Sweet Dreams. Jason. Harvest Moon. Nightmare.


Então Lovers, quanto a superstições, são muitas ou nem por isso? Denunciem-se :p 
Ficam aqui algumas dicas...para os mais corajosos xD


julho 07, 2013

bullshit !

Porque tem de ser tão triste quando as coisas acabam?
É tão estranho quando num minuto tudo está bem…ou talvez não esteja tão bem…mas, mesmo assim, ainda cá estamos, pelo menos. E depois, no minuto seguinte, desaparecemos. Nunca mais se vê nem se ouve falar da pessoa.
Acho que não consigo compreender isto. É como se…para que havemos nós de ligar-nos a alguma coisa se primeiro, essa coisa nunca vai durar muito e, segundo, dói como o caraças quando isso acaba?? Porquê se tudo é finito, se tudo tem um começo, um meio e um fim bem definidos, por que motivo até há-de alguma coisa começar? Para quê, se tudo acaba por conduzir a um fim também definido?
Um fim que se resume basicamente a um "nada dura para sempre". Porque a verdade é esta: nada é feito para durar. Nada. Nada mesmo!
Quer dizer, estão sempre a acontecer coisas...e se tudo isto são apenas factos inevitáveis, então…Bem, posso ser eu a controlar a situação e a decidir quando. Magoar em vez de ser magoada. Porque há duas coisas que são seguras na vida: primeiro, a coisa vai acabar e, segundo, alguém se vai magoar. E porque hei-de ser sempre eu?

Conclusão: a melhor coisa a fazer é seguir a filosofia de Teflon – 
tudo passa por mim & nada fica agarrado!

junho 26, 2013

Ponto de vista

Depressão. Nada fácil de definir. Na verdade, acho que nem existe uma definição precisa, correcta e verdadeira, capaz de dizer como me sinto.
A vontade de sorrir desaparece, cais num silêncio duvidoso e penoso, que te faz contorcer de dor, de cada vez que alguém tenta perceber o que se passa.
O que se passa? Não vês? Estou diante os teus olhos, a suplicar por ajuda” - e, no entanto, não se ouve uma única palavra.
A apatia é tanta que perdes a vontade de fazer as coisas que mais amas na vida - como escrever, ler, ouvir música ou ficar sozinha, em paz. 
Dói. Dói muito saber que ninguém se importa contigo, dói escutar a mesma canção vezes sem conta, leva-te ao mais profundo desespero. 
O beco é estreito e escuro. Não há caminho para voltar, tudo o que há é o silêncio inquietante da solidão, o vazio da tua mente e o frio do vento que sopra, de cada vez que te mutilas, numa tentativa de fuga à tua ambígua realidade.


abril 13, 2013

more talent, less ego

Ando a escrever umas coisas..
Há muito tempo, na verdade. Mas parece que a história está sempre mal! Os personagens teimam em seguir um caminho diferente daquele que eu lhes havia reservado. Os momentos de inspiração, ultimamente, têm sido escassos, e quando resolvem visitar-me a mente, apenas me dão fragmentos do enredo - ou o meio, ou o fim. E não é só isso. É que a emoção cá dentro é tanta que, quando tento transpor para o papel, não consigo. Fica sempre aquém daquilo que sinto.
Sinceramente, nem sei se algum dia vou ser capaz de escrever alguma coisa de jeito, coerente, com princípio, meio e fim.

Anyway... nunca postei nada acerca do que tenho andado a escrever. Também nunca deixei que alguém lesse o que escrevo às escondidas. Não sei porquê, mas acho que não iriam gostar de fazê-lo.

E vocês, gostariam?

março 01, 2013

Se os cacos falassem..


Sou nada, neste momento. Perdi o rumo, o controlo sobre mim própria e deixei que o passado falasse mais alto. Ele atormenta, faz-me contorcer de dor, faz-me lavar a cara com estas lágrimas angustiadas e há muito escondidas. Julgava te-las perdido, é o que desejo sempre que tenho uma recaída  Mas, na realidade, elas continuam lá, prontas a perfurar-me a alma a qualquer momento. Neste momento, não sei mais quem sou. Ele cega-me as lentes e tira-me a voz com uma agressividade atroz. Sei que esta noite já não vai ser a mesma. Não vou dormir, vou ficar a lamentar-me mais uma, e outra, e outra vez, até que as lágrimas parem, autonomamente, de rolar.



´

Quem sabe se é hoje que o meu anjo da guarda me visita? Afinal de contas, a louca sou eu!

janeiro 18, 2013

a myth that i have to believe in


  
 
« Para toda a angustiante interrogação, existe uma inesperada exclamação. Para toda vírgula que não te deixa seguir em frente, existe um ponto final. Para toda a reticência que dói para sempre, existe um novo parágrafo. »
- C. F. A.

 

junho 22, 2012

Sopro temporal ..

Uma coisa que aprendi nos últimos anos: as coisas acabam! Independentemente de durarem 1 dia ou 12 anos!
A única coisa que te ocorre na mente é: « wtf? JÁ?! » 
E, sim, chegas à estupida conclusão de que é verdade. -.-
Ainda hoje de manhã me nasceu uma lágrima na retina do olho, quando entrei pela última vez naquela sala de aula.. sala de aula de hoje e de sempre. 
« Mais uma etapa que se esgotou » – pensei.
 E os fins fazem a minha alma chorar, mesmo quando são bons.
Tal como dizia a Catarina um dia destes:
« Adeus secundário… Adeus! »