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agosto 02, 2012

Misguided Ghosts'


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Sem ódio.

Mas também sem complicar ainda mais o que já não é fácil de entender.

Sem vingança. 

Mas impossível de esquecer.  
»




junho 22, 2012

Sopro temporal ..

Uma coisa que aprendi nos últimos anos: as coisas acabam! Independentemente de durarem 1 dia ou 12 anos!
A única coisa que te ocorre na mente é: « wtf? JÁ?! » 
E, sim, chegas à estupida conclusão de que é verdade. -.-
Ainda hoje de manhã me nasceu uma lágrima na retina do olho, quando entrei pela última vez naquela sala de aula.. sala de aula de hoje e de sempre. 
« Mais uma etapa que se esgotou » – pensei.
 E os fins fazem a minha alma chorar, mesmo quando são bons.
Tal como dizia a Catarina um dia destes:
« Adeus secundário… Adeus! »

maio 13, 2012

Castelos de Gelo'



Eu...

Eu sou uma lágrima que neste momento cai do rosto de alguém que perdeu a esperança.
Sou um grão de areia no fundo do oceano.
Sou uma folha levada pelo vento.
Sou o sol que aquece até aquele que me faz sofrer.
Sou um comboio preparado para embarques e desembarques.
Sou uma música que conta uma história de amor, que na verdade nunca existiu.
Sou um pássaro que ao invés de estar livre, alguém aprisiona.
Enfim, eu sou uma pequena estrela no céu, que no meio de tantas outras, passa despercebida.

dezembro 08, 2011

As estrelas vão chorar lágrimas mais negras, esta noite' @

As estrelas vão chorar lágrimas mais negras, esta noite' @

Preciso da música que me traz a seriedade e sobriedade suficientes para que eu tenha a coragem de perceber e admitir que há coisas que não são reais. Que as coisas acabam, independentemente de durarem dois dias ou cinco anos. E acabam quando deixam de nos querer bem. Quando tentam dizer-nos que não somos felizes, apesar da felicidade que nos ouvem todos os dias.
A vida muda e nós mudamos com ela. Os amigos só têm de ficar felizes com a nossa felicidade e apoiar-nos nos momentos difíceis. Porque ser amigo é isso. Não é pensar que, com o tempo, o lugar que sempre ocuparam na nossa vida vai ser ocupado por outra pessoa. O amor multiplica-se.
E eu ando há dois anos a arranjar desculpas. Diz-me que não me quer mal, que se sente sozinha e que há-de passar. Que é minha amiga e diz as coisas a brincar. Talvez por eu ainda não ter ouvido a música como deve ser, porque ainda não quis admitir o fim de uma amizade que já não tem esse nome. E quando alguém já teve todas as hipóteses e desculpas possíveis, o que é que eu posso fazer mais?
Quero ser compreendida, ouvida e apoiada. Quero rodear-me de pessoas que me fazem sentir bem, que fiquem felizes comigo.
Preciso da música que me traz a coragem para admitir o fim de algo que já terminou há muito tempo. Preciso da música que me traz a coragem para deixar o passado onde ele deve estar, com todas as recordações que ele me traz.
p.s: é verdade (..) as estrelas vão chorar lágrimas mais negras, esta noite. @




novembro 07, 2011

Forgive bé!


O amor é como a erva – chega uma vaca e fode tudo!




Perdoa-me por não ter alcançado as tuas
expectativas, mas eu sou independente demais para me
moldar a coisas pré-definidas! E queres saber mais?

A verdade é que eu nunca quis ser algo de que tu te pudesses orgulhar. Eu quis realmente o teu amor, e não uma vaga na tua colecção biltre de méritos banais. Desculpa ter-te decepcionado!  .|.

agosto 30, 2011

time is a runaway (..)

"Um grande limite à intelectualidade pode ser uma grande razão de inspiração de sentido de vida."

Isto provavelmente soa a treta, mas a verdade é mesmo esta: à limites que nos são impostos, e, de uma maneira ou de outra, acabamos por respeitá-los, acabamos por contornar o beco e voltar ao ponto de partida.
Ao ponto de partida eu ainda não regressei, mas gostava muito de um dia vir a encontrá-lo; quanto ao beco.. esse já foi contornado à muito, mas existe sempre uma força que me faz querer contorna-lo uma, e outra, e outra vez.
Entrar de novo naquela estrada? Será esse o mote? E se eu já não fizer parte do itinerário daqueles transeuntes que se diziam ser parte de mim? E se eu estiver mesmo encurralada e condenada a contornar sempre o mesmo beco? E se eu não tiver mais escolha?