janeiro 01, 2016

1º de Janeiro (e ressacas à parte)

A última semana de 2015 foi de gritos, com tretas a mais para fazer e resolver, com o meu nível de procrastinação no máximo, e as emoções a esmurrar-me os neurónios e a garganta e os olhos. Ai! 
Fiquei indecisa sobre os planos para a PDA, mas acabei por decidir que queria muito passar a noite com os amigos da terrinha, que também merecem levar com a minha dose de loucura insana [e de quem eu já tinha saudades]. 
Conclusão: este fim de ano foi qualquer coisa. Diverti-me como nunca. Aliás, acho que nunca tinha passado um final de ano tão bom. Ganhei um "afilhado"e fiquei tão mal dos pés que quase tiveram que me levar ao colo para sair da discoteca. Acabamos a noite a comer os restos do bolo de aniversário do namorado da minha "filha". Só coisas boas portanto. 
[o meu outfit de PDA]
Para além de todos aqueles desejos base que toda a gente tem em início de ano novo - como Paz por este mundo fora, Saudinha, Mentes Iluminadas, Dinheirinho, Sucesso e Felicidade - eu só espero deixar metade da porra desta insegurança para trás [e digo metade porque toda seria pedir demais], e ser capaz de arriscar mais, em tudo! Vai ser o maior desafio de sempre, eu sei. Mas acho que isso poderá tornar 2016 no meu Golden Year

dezembro 27, 2015

"Sinto que o sentir sabe mais que o saber."

Sinto que estou apaixonada. E que não sei como lidar com isso. Sinto que preciso dele. Preciso  muito que ele me diga o que sente! Acontece que nós somos muito iguais. Ele não diz, eu não digo. Eu não digo, ele não diz. Odeio este orgulho estúpido e egoísta, mas não consigo. Dizem que é preciso confiar, mesmo sem entender. Mas eu ainda não consigo confiar plenamente nele. Ele tem demonstrado muita coisa, temos passado pequenos momentos que valem ouro. Mas eu preciso de o ouvir, preciso que me diga que se importa, que me quer, que gosta de mim. 
Não quero voltar a sofrer, mas a verdade é que já estou em sofrimento constante. É penoso.